Postulava o estranho em
rudes brisas
Ofício na povoação dos
mortos,
Cuja saúde, embarcava nos
portos,
Deixando a inanição como
divisas.
Vibravam os lerdos,
presos, absortos,
Nas reflexões pálidas
imprecisas,
Incidentais, infames,
inconcisas,
Causando-as severos
desconfortos.
As massas parvas veem nos
jornais
Os dons da ciência em
cores banais,
Urdirem rumo à humanidade,
Cega não ouve, mira o
brilho e não colhe,
Nem sente a abundancia que
lhe tolhe,
Mas crer no poder da
fatalidade.
Mário Bento de Morais