Duas nações perigosas
Com padrões de genocidas,
Abjetas, ensandecidas,
Delinquentes, criminosas,
Disfarçadas, mentirosas
Que se dão bem nas matanças
De monstruosas lembranças
Das brutas carnificinas
Nos Nan-viêts, nas Palestinas
Assassinando crianças.
São Vietnãs, Palestinas,
Cubas e Venezuelas,
Nações humildes singelas,
Que duas mãos assassinas
Ao se julgarem divinas
Matam vidas por maldade,
Por ódio, perversidade
Aversões vãs presumidas,
São dotes das homicidas,
Que vivem da crueldade.
As bombas americanas
Que assolaram o Japão,
Viajaram de avião
Além das bestas humanas
Com suas mentes tiranas,
Devastaram Hiroshima,
Nagazaki ficou sem clima
Depois da explosão brutal
Uma borrasca letal
Trouxera a morte de cima.
Outras Nações Soberanas,
Que sofrerem agressões,
Cargas sujas, invasões
Deliberadas, insanas,
Alegações levianas
Motivaram a opressão,
A loucura, a permissão
De matar só por lazer
Egocentrismo, prazer,
Na américa é obsessão.
Assim se deu na Correia,
Na China, na Guatemala,
Na Indonésia nem se fala,
Em Cuba, pobre plebeia!
Na Guatemala, foi feia
A invasão dos anjos-maus
No Congo, no falto Laos,
No Camboja matou por nada,
Na Guatemala, em Granada
A matança gerou um caos.
Atacou o Líbano, a Líbia
A Síria e El Salvador,
Na Nicarágua, o terror
Fez a Nação fraca, tíbia,
Nem uma menção da mídia
Sobre aquela mortandade
Nem ação de caridade
Para atenuar o horror
Somente gritos de dor
Perderam-se na vaidade.
No Irã mataram centenas,
No Panamá uns milhares,
No Iraque mais que trilhares,
No Kuwait várias dezenas.
Foram guerras por melenas,
Ceifando vidas virginais,
Teses farsantes banais
Movendo a geopolítica
Em ação apocalíptica
Nos seus modos Infernais.
A Somália ainda geme,
Bósnia, Sérvia e Sudão,
Matou no Afeganistão,
Assassinou no Iêmen.
O Iraque, povo Mosleme
Em sua terra agredido
Violentado, abatido
Com extrema ousadia
Muito mais que covardia
D’uma guerra sem sentido.
No Iraque despedaçou
Vidas em crime de guerra,
Destruindo o povo, a terra
Nisso a ONU fracassou,
Foi faltosa, disfarçou,
Escondeu toda verdade
Sobre a desumanidade
No Iraque, Afeganistão
No Iêmen, Cazaquistão
E na Síria atrocidade.
A américa e Israel
Dizem-se contra o Islã
Querem fulminar o Irã
De forma rápida, cruel,
Esse fúnebre papel
Dessas Noções desordeiras
Sociopata grosseiras,
Maldosamente egoístas
Protetoras de fascistas,
Entusiastas coiteiras.
O Irã deve resistir
Essa forma de agressão
E nem ceder à pressão
Que possa vir existir
Nem queira se permitir
Aceitar a escravidão,
Porque toda servidão
Quando o serviçal admite
É sugada sem limite,
Mas sugere gratidão.
O tolo vê o que não vê
Reconhece o que não viu,
Sabe o que jamais ouviu
No entanto, tudo antevê,
Até do mundo o porquê
Da desordem cognitiva
Que sua mente indutiva
Produz asnice frondosa
Que acomoda melindrosa
“Gente nobre” proativa.
Livre-se sempre do tirano
Seja firme, não se dobre,
Ele tem feição de nobre,
Mas com um perfil mundano,
Desvairado, desumano
Ganancioso, perverso,
Arbitrário, controverso,
Desalmado prepotente,
Mentiroso inconsequente,
Um mitômano disperso.