domingo, 22 de março de 2026

CRIME DE HUMANIDADE


 Duas nações perigosas

Com padrões de genocidas,

Abjetas, ensandecidas,

Delinquentes, criminosas,

Disfarçadas, mentirosas

Que se dão bem nas matanças

De monstruosas lembranças

Das brutas carnificinas

Nos Nan-viêts, nas Palestinas

Assassinando crianças.


São Vietnãs, Palestinas,

Cubas e Venezuelas,

Nações humildes singelas,

Que duas mãos assassinas

Ao se julgarem divinas

Matam vidas por maldade,

Por ódio, perversidade

Aversões vãs presumidas,

São dotes das homicidas,

Que vivem da crueldade.


As bombas americanas

Que assolaram o Japão,

Viajaram de avião

Além das bestas humanas

Com suas mentes tiranas,

Devastaram Hiroshima,

Nagazaki ficou sem clima

Depois da explosão brutal

Uma borrasca letal

Trouxera a morte de cima.


Outras Nações Soberanas,

Que sofrerem agressões,

Cargas sujas, invasões

Deliberadas, insanas,

Alegações levianas

Motivaram a opressão,

A loucura, a permissão

De matar só por lazer

Egocentrismo, prazer,

Na américa é obsessão.


Assim se deu na Correia,

Na China, na Guatemala,

Na Indonésia nem se fala,

Em Cuba, pobre plebeia!

Na Guatemala, foi feia

A invasão dos anjos-maus

No Congo, no falto Laos,

No Camboja matou por nada,

Na Guatemala, em Granada

A matança gerou um caos.


Atacou o Líbano, a Líbia

A Síria e El Salvador,

Na Nicarágua, o terror

Fez a Nação fraca, tíbia,

Nem uma menção da mídia

Sobre aquela mortandade

Nem ação de caridade

Para atenuar o horror

Somente gritos de dor

Perderam-se na vaidade.


No Irã mataram centenas,

No Panamá uns milhares,

No Iraque mais que trilhares,

No Kuwait várias dezenas.

Foram guerras por melenas,

Ceifando vidas virginais,

Teses farsantes banais

Movendo a geopolítica

Em ação apocalíptica

Nos seus modos Infernais.

 

A Somália ainda geme,

Bósnia, Sérvia e Sudão,

Matou no Afeganistão,

Assassinou no Iêmen.

O Iraque, povo Mosleme

Em sua terra agredido

Violentado, abatido

Com extrema ousadia

Muito mais que covardia

D’uma guerra sem sentido.


No Iraque despedaçou

Vidas em crime de guerra,

Destruindo o povo, a terra

Nisso a ONU fracassou,

Foi faltosa, disfarçou,

Escondeu toda verdade

Sobre a desumanidade

No Iraque, Afeganistão

No Iêmen, Cazaquistão

E na Síria atrocidade.


A américa e Israel

Dizem-se contra o Islã

Querem fulminar o Irã

De forma rápida, cruel,

Esse fúnebre papel

Dessas Noções desordeiras

Sociopata grosseiras,

Maldosamente egoístas

Protetoras de fascistas,

Entusiastas coiteiras.

 

O Irã deve resistir

Essa forma de agressão

E nem ceder à pressão

Que possa vir existir

Nem queira se permitir

Aceitar a escravidão,

Porque toda servidão

Quando o serviçal admite

É sugada sem limite,

Mas sugere gratidão.


O tolo vê o que não vê

Reconhece o que não viu,

Sabe o que jamais ouviu

No entanto, tudo antevê,

Até do mundo o porquê

Da desordem cognitiva

Que sua mente indutiva

Produz asnice frondosa

Que acomoda melindrosa

“Gente nobre” proativa.


Livre-se sempre do tirano

Seja firme, não se dobre,

Ele tem feição de nobre,

Mas com um perfil mundano,

Desvairado, desumano

Ganancioso, perverso,

Arbitrário, controverso,

Desalmado prepotente,

Mentiroso inconsequente,

Um mitômano disperso.